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Revista CBN - Entrevista com Sirlandia Reis...

Dia Feliz Fig

Brincadeiras competitivas ensinam crianças a lidarem com a derrota Entrevista com Sirlândia Reis de Oliveira Teixeira, psicóloga e psicopedagoga

Entrevista realizada pela Revista CBN em nome de Condomínios em São Paulo.


Sirlandia Reis de Oliveira Teixeira é Mestre em Psicologia, Psicopedagoga e Bacharel em Psicologia. Atualmente é docente na Graduação e na Pós-Graduação. Coordenadora de curso de Pós-Graduação em Psicopedagogia. Atua principalmente nos seguintes temas: pesquisa e extensão, atendimento clínico, palestras motivacionais em gestão de pessoas, formação de professores e coordenação de cursos sobre brinquedoteca escolar e hospitalar. Membro da diretoria da Associação Brasileira de Brinquedotecas. Membro da International Toy Library Association (ITLA). Pesquisadora no CIEI da Faculdade de Educação da USP. Autora de livros e trabalhos científicos publicados no Brasil e no exterior. Mais informações: sireoli@yahoo.com.br
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- Os adultos devem mediar a inserção das crianças no ambiente coletivo?

Sirlândia

- Os adultos podem deixar as crianças fazer suas próprias escolhas em relação ao entrar ou não no ambiente coletivo, no entanto, caso haja necessidade podem mediar a inserção da criança até que ela se sinta a vontade para interagir sozinha.


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- Isso é o que de certa forma as escolas já fazem?

Sirlândia

- Sim, nas escolas quando uma criança não interage com as outras o professor começa a observá-la para ver se ela precisa de ajuda para ser incluída no ambiente e nas atividades.


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- Aos condomínios com grande número de crianças também caberia fazer esse tipo de mediação?

Sirlândia

- Sim.


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- Por quê?

Sirlândia

- Porque num ambiente maior e com mais crianças é mais difícil para ela se sentir a vontade. Especialmente se é nova no condomínio, poderá precisar de um tempo maior e da presença de um adulto para tornar essa inserção mais tranquila. Também é importante a mediação do adulto, porque é uma forma saber quem está brincando com o seu filho.


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- Como deve ser essa mediação? Até onde vai a liberdade e onde deve haver o atendimento a algumas regras?

Sirlândia

- A mediação deve ser bem tranquila de forma que busque não interferir nas atividades das crianças, porém caso haja necessidade o adulto deve entrar para evitar maiores conflitos. A liberdade vai até o momento em que as crianças estão interagindo sem grandes conflitos. Porém, quando uma ou mais crianças estão quebrando as regras coletivas, o adulto deve entrar e indicar a melhor maneira para que a própria criança perceba que no ambiente coletivo, para participar das atividades, é preciso aceitar tais regras de convivência ou mesmo as regras gerais do condomínio.


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- Ou seja, devem ser atividades baseadas em disciplina?

Sirlândia

- Ao entrar em um ambiente coletivo o indivíduo já percebe que precisa respeitar as regras, mas é preciso deixar claro quais as regras e até mesmo os tipos de medidas disciplinares. É comum encontrarmos nos ambientes coletivos uma folha falando das regras comuns, mas, muitas crianças não têm acesso a elas ou mesmo ainda não saber ler. Neste caso minha sugestão é que quando o adulto apresentar o ambiente pela primeira vez à criança, ele leia as normas junto com ela e observe se foram compreendidas. É importante ainda mostrar como é possível evitar aborrecimentos e preservar o ambiente coletivo.



Fonte:

http://www.direcionalcondominios.com.br/sindicos/materias/item/572-psicologa-mostra-a-pais-e-sindicos-como-agir-com-a-crianca-no-ambiente-coletivo/572-psicologa-mostra-a-pais-e-sindicos-como-agir-com-a-crianca-no-ambiente-coletivo.html

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